AMAPA – Professores da Unifap decidem sobre fim da greve em assembleia no dia 14

professores_amapa_g1_guiabrasilnetA greve dos professores da Universidade Federal do Amapá (Unifap) pode ser encerrada no dia 14 de outubro. O Sindicato dos Docentes da Unifap (Sindufap) vai realizar uma assembleia no Campus Marco Zero para decidir se vai aderir à indicação de uma saída unificada da greve com sindicatos de todo o país. A reunião acontecerá no Centro de Vivências da Unifap, às 14h30.

Segundo a presidente do Sindufap, Érika Azevedo, durante a assembleia, os professores devem decidir se vão encerrar a greve ou não juntamente com as universidades do país.

“Marcaram uma assembleia no dia 14 para justamente, em cima do comunicado 45, avaliar a saída unificada da greve. Nacionalmente, as universidades decidiram sair da greve, e historicamente a Unifap sempre acompanhou essas decisões nacionais. É sempre difícil sair da greve sem levar nada, ainda mais num contexto como esse”, disse Érika.

Na terça-feira (6), os docentes se reuniram em assembleia para decidir a proposta de saída unificada da greve. Os amapaenses avaliaram que a manutenção da suspensão dos trabalhos seria a melhor saída.

No dia 14 de outubro, a assembleia vai avaliar de que forma será a saída, decidida pela maioria das universidades em greve pelo país. Se acatar a decisão nacional, os trabalhos devem voltar no mesmo dia da reunião ou até dois dias depois, afirmou Érika Azevedo.

Greve federal
Os professores da Unifap estão em greve desde o dia 28 de maio de 2015, entrando para a história como a mais longa paralisação da universidade. O Centro Acadêmico de História (Cahis) também está em greve estudantil, segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

A mobilização nacional dos professores cobra reajuste salarial, reestruturação da carreira docente e a redução nos cortes de investimentos no ensino superior.

Os técnicos também estão em greve, mas a categoria decidiu cessar a parada das atividades de trabalho no dia 23 de setembro. Eles cobram aumento de 27% no salário-base, redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais, além de outros benefícios.

G1.

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